A origem do nome se deve aos pequenos saltos do Rio Itajaí-Açu, principalmente o salto do lado Norte, contíguo ao bairro. Antigamente era uma área rural apenas com denominação local que, posteriormente, com a ampliação da área urbana, ganhou o nome Salto como referência. Não há lei específica para a criação do bairro, sendo que os limites foram demarcados pela Secretaria de Planejamento.
No mapa da Colônia Blumenau de 1864 constava a divisão dos lotes coloniais e o caminho que conduzia ao Badenfurt e Testo Salto. Mais tarde, em 22 de fevereiro de 1962, o caminho foi denominado de Rua Pomerode.
Com a implantação da BR-470, surgiram indústrias, transportadoras, revendedoras de veículos, oficinas mecânicas entre outras atividades. Nas ruas transversais à BR-470, surgiram diversos loteamentos residenciais. As vias começaram a ser implantadas e denominadas, sobretudo, a partir de 1960, quando as indústrias foram instaladas.
Na Rua Marechal Rodon funcionava a Fábrica de Porcelana Condessa, que após ter encerrado as atividades foi ocupada pela Fábrica de Chocolates Saturno (que se encontrava na Rua Paulo Zimmermann, Centro).
Outras empresas que se mudaram para o bairro: Ártico (antes na Rua São Paulo, Itoupava Seca); Móveis Rossmarch (Rua Dr. Amadeu da Luz, Centro); e Buschle & Lepper (Rua 7 de Setembro, prédio da Royal, Centro).
A Albany Internacional, que veio para Blumenau na administração Félix Theiss, também se encontrava neste bairro, sendo que após as enchentes de 1983 e 1984, transferiu-se para o município de Indaial.
A área próxima ao trevo de acesso à Itoupava Central (Parada 1) serviu por muitos anos de Aterro Sanitário Municipal. Neste local foi construído o Terminal Urbano Aterro, que realiza a integração de passageiros da região Norte com as demais regiões de Blumenau.
Links Relacionados
Perfil Completo do Salto do Norte
Mapa do Salto do Norte (Formato de impressão: A3)
